Categoria GCM

Nossa labuta

Quem era aquele homem de farda
Que ainda a pouco estava de guarda
Quem era aquele policial disfarçado
Ambos mortos por um desgraçado?
Quem sou eu nesse mar de gente
Mesmo abatido tendo de seguir em frente
Quem somos nós, de luto, fulos, estagnados
Vendo que nada somos para o Estado?
Por que inspiramos tanto ódio e rancor
Se desempenhamos nossas funções com tanto amor?
Por que somos tratados como animais irracionais
Se juramos defender a vida, a ordem, a paz?
Talvez sempre digam, “desgraçados”!
Porém não iremos mais ficar calados
E continuaremos lutando, mesmo sem sermos armados
Ser policial é apaixonante, mas é uma profissão de risco…
É presenciar tragédias, sem poder se comover;
É estar diante de emoções, sem poder chorar;
É estar acordado enquanto todos dormem;
É ama...
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Novidade lá em casa

Eu acho digno que toda pessoa tenha um bichinho de estimação e desde que me mudei pro Guarujá há 1 ano e 9 meses eu sentia falta disso. Ah que saudade daquele quintal espaçoso da casa em São Vicente!! Os meses que passei lá na companhia do Thor e do Titilo (foto abaixo) renderam tantos passeios, sujeira e histórias que eu poderia me estender um tanto aqui no intuito de fazer rir e chorar ao mesmo tempo, mas isso aí fica pra outro dia.
Como aqui eu divido o quintal com mais três famílias não me é permitido ter cachorro em casa e por isso os meninos foram para outro lar quando precisei me mudar. Desde então eu moro (literalmente) sozinha. Ou morava.
Aproveitando o fato de geralmente trabalhar na rua, comecei a falar para os colegas de trabalho que estava procurando um ...

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Uma onda diferente?

     A semana passada coincidiu em ser de descanso pra mim e de muito trabalho para os colegas da área de segurança aqui do Guarujá. Famosa por ter as mais belas praias do litoral sul paulista, nossa Pérola do Atlântico também está mais conhecida pela onda de criminalidade que só atingiu a cidade nos últimos dias.
     Eu estava ausente mas durante toda a semana fui informada pelos colegas a respeito das ocorrências por aqui, o que me deixou um tanto preocupada. Qual não foi minha surpresa quando no domingo à noite, família reunida e vem a manchete no Fantástico sobre a onda de crimes ocorridos no litoral de São Paulo… mais um motivo pra vó dizer: Filha, tem que sair de lá. O sentimento ao ver ruas tão próximas de casa numa filmagem retratando violência demasiada foi angustiante...

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O retorno da filha pródiga

     Dois anos: faz pouco mais de dois anos que minha vida está diretamente relacionada à gcm Guarujá. Desde que cheguei na cidade, vinda de São Paulo, eu me surpreendi com os diversos papéis da guarda por aqui e me interessei especialmente pelo trabalho ostensivo. Desde sempre o que eu gostei mesmo era de estar na rua, do patrulhamento, do dinamismo, dos dias todos sempre diferentes de algum modo e não ter aquela rotina maçante.
     Levou algum tempo até eu conquistar a confiança necessária para entrar em uma das equipes de viatura e ainda é muito nítida a lembrança dos meus primeiros dias na rua, dos treinamentos, do contato com a população, daquela correria louca que por vezes nos impedia até mesmo de comer.
     Infelizmente o trabalho das guardas municipais não é algo...

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Inquietude

     É sempre assim: só preciso ficar uns dias sem pedalar e já me dá aquele “faniquito” de querer sair por aí. Hoje foi um dia desses. Aproveitei pra pedalar um pouco antes de ir pra casa e acordei um tanto incomodada, com aquele gosto de “preciso sair”. Tentando ser disciplinada me contive e fiz as coisas que precisava fazer durante o dia.
     Um plano frustrado por questão de tempo e minha folga tornou-se em mais um extra… Estou pensando seriamente em procurar uma vida de gente normal, trabalhando durante o dia, estudando e dormindo em casa à noite, com finais de semana livre para fazer o que eu quiser...

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Reflexões da madrugada – I

     Depois de um início de noite conturbado no trabalho parece que agora os ânimos se acalmaram e a maioria das pessoas já foi embora, restando um tempo de silêncio (assim espero) pra eu atualizar um pouco as coisas por aqui.
     Estava pensando sobre isso hoje ao voltar da faculdade pra casa, que gostaria de ter mais tempo para escrever, que gostaria de ter mais tempo pra me dedicar a algumas coisas que parece que nunca tenho tempo, que eu queria … e aí eu vi o quanto isso é inútil e errôneo.
     O tempo passa, ou a gente passa pelo tempo, eu não tenho certeza sobre o que é mais correto afirmar. Talvez isso dependa de cada um, de sermos ou não senhores do nosso próprio tempo. Hoje eu pensei que eu não quero que o tempo passe, assim sem que eu faça aquilo que realmente importa...

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